Festivais a vista Vem por ai uma série de festivais bacanas. Aqui vai uma agenda rápida com alguns destaques deste que vos escreve:
dias 31 de agosto e 01 de setembro Festival Vaca Amarela – Goiânia / GO no Martin Cererê sexta com shows de The Hellbenders, Lady Lanne (Anápolis – GO), Mersault e a Máquina de Escrever, Boddah Diciro (TO), Dead Smurfs (MG), Poser Pride, Diego de Moraes, Shakemakers, Chapéu, Cerveja e Frustrações, Yglo, Seven, Trilöbit (PR), Satanique Samba Trio (DF), Mechanics, Vanguart (MT) e Kid Vinil e Magazine (SP).
sábado com Infalíveis, Maria e Seus Malucos (Catalão-GO), Chilli Mostarda (MT), Futura, Uganga (MG), Montage (CE), Patife Band (SP), Charme Chulo (PR), Woolloongabbas, Technicolor , Bang Bang Babies, Revoltz (MT), Johnny Suxxx and the Fucking Boys, Goldfish Memories, Tequila Baby (RS) e Bidê ou Balde (RS) além de uma extensa programação de palestras. mais em http://www.fosfororecords.com/vacaamarela/index.html
dias 14 e 15 de setembro Festival No Ar Coquetel Molotov– Recife / PE no Centro de Convenções da UFPE – Cidade Universitária – Recife / PE o festival confirmou por enquanto as atrações internacionais Cibelle, Love Is All, Suburban Kids with Biblical Names (foto) e Hello Saferide. http://www.coquetelmolotov.com.br/pt/noticias.php?cod=459
no mesmo final de semana, dias 14 a 16 de setembro Festival Jambolada – Uberlândia / MG 14 e 15 de setembro a partir das 18:00 h na Acrópole 16 de setembro 12:00 h- Arte na Praça Especial Jambolada - Praça Sergio Pacheco ainda sem programação divulgada. http://jambolada.blogspot.com/
e ainda, no mesmo final de semana, dias 14 e 15 de setembro Festival Se Rasgum no Rock – Belém / PA com as bandas Cordel do Fogo Encantado, Móveis Coloniais de Acaju e Nashville Pussy, além de atrações locais.
O que o Kurt Kobain disse No texto do dia 27/07 aqui no Estúdio ZeroKm, eu falei de como as bandas nacionais que tocaram na segunda noite do Festival Indie Rock eram muito melhores que a atração internacional, o Rakes. Não quis dizer com isso que o Rakes é ruim. Apenas que, no meu ponto de vista, Móveis Coloniais (foto) e Nação Zumbi são melhores que o Rakes. Talvez tivesse sido até melhor se o Nação Zumbi fechasse a noite e, quem sabe, o Rakes abrisse. Se é que esta ordem de shows ainda tem a ver com importância das bandas (este é um dos tabus do rock, que bandas “menos importantes” tocam primeiro; headliners – ou aqueles que fecham a noite, são sempre mais importantes).
Fiquei muito feliz com alguns comentários da galera que lê o EstúdioZeroKm. A Zuleica falou que o trabalho do ZeroKm está ajudando muito às bandas novas, que foi mais ou menos o que disse também a Rayza. A Mila foi um pouquinho mais longe, dizendo que “há tanta gente boa (...) muito mais afim de tocar o próprio som, do que preocupadas se o clipe vai aparecer na MTV, ou tocar na Jovem Pan!” . É Mila, também acho. Mas fazer sucesso não é um problema, é consequência. Acho que eu e a Mila estamos falando a mesma coisa. Mas é que às vezes é bom explicar tim-tim por tim-tim pra não ter mal entendido.
Pra mim, antes de qualquer coisa, uma banda deve se preocupar em fazer o seu som bem feito, agradar a si mesmo, ficar satisfeita e feliz com o som que tira. Não se preocupar, num primeiro momento, se é vendável ou popular. Resumindo: este desprendimento deveria, na teoria, criar a arte musical mais pura.
Era disso que eu estava tentando falar quando comparei Cachorro Grande e Teatro Mágico (ver ao lado o texto “Um cachorro mágico e o teatro grande”). A impressão que tive ao ver os shows das duas bandas é que o Cachorro Grande resolveu deixar de lado a xerox de Beatles e por suas criações para fora, e talvez por isso tenha desagradado a imprensa carioca; enquanto o Teatro Mágico, que discursava sobre liberdade artística, criava um som absolutamente previsível, longe do que eles pregavam.
Sempre achei que sucesso é consequência. A maioria das bandas que eu gosto que também são famosas (porque eu gosto de um monte de banda obscura), chegaram ao estrelato por consequência de um trabalho artístico, que, é óbvio, num segundo momento, teve táticas e estratégias e fórmulas envolvidas.
Por exemplo, o Nirvana.
Quando o Nirvana tocou aqui em 1993 eu mais 4 amigos tivemos a chance de entrevistar Kurt Kobain no quarto de hotel que ele estava. Se vocês quiserem, depois eu conto esta estória pela enésima vez. Naquela época eu já escrevia o fanzine midsummer madness, já estava envolvido com bandas nacionais e apresentava, junto com alguns dos amigos presentes, Dodô e Maradona, o programa College Radio (na extinta Fluminense FM).
Papo vai, papo vem, cada um tirando suas dúvidas e batendo papo com Kurt, chegou a minha vez de entregar algumas demos e apresentar o rock nacional que eu gostava para o líder do Nirvana. Falei de bandas como Pin Ups, Killing Chainsaw, Second Come e Squonks. Um dos primeiros questionamentos de Kurt, ao ouvir trechos das demos, era o porquê das bandas cantarem em inglês. Dai expliquei que as influências destas bandas era todas européias ou americanas e que, principalmente, cantar em inglês era natural para elas. Ele respondeu que preferia ouví-las em português porque para ele isso seria diferente. Mas logo em seguida se contradisse lembrando que adorava Shonen Knife, uma banda de japonesas, que cantava em inglês.
Depois Kurt quis saber porque estas bandas não tocavam no rádio e dai eu começei um discursso que deve ter durado alguns minutos. Nem lembro mais o que eu falei, mas fiquei especialmente tocado com a resposta simples de Kobain: Alg parecido com “acho muito importante que pessoas como vocês tenham orgulho da cena musical daqui. Foi por causa de pessoas parecidas com vocês que tudo aconteceu em Seattle, de pessoas que prestigiam shows de bandas locais, que compram discos e demos das bandas da cidade deles que Seattle, Olimpia e toda região cresceu.”
Ou seja, chega de achar que as bandas nacionais são inferiores, que “merecem uma força” e que quando tocam junto com alguma banda gringa é só pra preencher cartaz. Tudo bem que temos poucos shows de bandas internacionais aqui, e quando aparece um Rakes ou um Magic Numbers, a ansiedade toma conta. Mas, os shows de bandas brasileiras que acontecem às dezenas todas as semanas em várias cidades do Brasil também deveria causar este frisson. Boa parte da crítica musical brasileira só dá destaque a 1) o novo lado b mal gravado de uma banda inglesa super hype que está disponível num site horroroso da finlândia; 2) aos medalhões de sempre; 3) festivais enormes, tipo Tim Festival, Skol Beats, que são muito legais, mas que não se envolvem com a cena local, enquanto todo mês um festival muito mais bacana acontece em algum estado brasileiro.
Por sua vez, o público, principalmente o carioca, 1) nunca quer pagar entrada, aqui sempre tem que ter a meia entrada, ou a lista amiga, reclama que o ingresso é caro mas quando a banda não vem tocar na cidade porque é sempre prejuízo, culpa os produtores cariocas por falta de iniciativa. É simples: quer ver o show? Então paga! 2) se esconde, não sai de casa em shows de bandas nacionais, não tem curiosidade, só dá as caras quando tem Arctic Monkeys ou Franz Ferdinand;
E as rádios e TVs 1) bandas nacionais independentes só tocam em programas específicos, que geralmente acontecem 1h da manhã de domingo e são ouvidos apenas pelas próprias bandas ou por pessoas muito interessadas, que já conhecem as bandas – ou seja não criam público novo e chovem no molhado, tirando uma onda de que “apóiam o underground”.
Enfim, toda esta ladainha para dizer, e concordar com meus leitores que postaram seus comentários, de que ao elogiar o Móveis Coloniais de Acaju e o Nação Zumbi, o que eu quero dizer com isso é que o que se faz de música independente no Brasil é bom o suficiente para
1) proporcionar bom shows (daqueles que vc fica esperando acontecer); 2) ocupar espaço na programação de rádios e TVs, espaço normal, e não programas segmentados apenas; 3) embalar festas e te fazer dançar (como tenho comprovado com a BROQUE) 4) e, ai sim, criar uma cena que realmente possa fazer o tal sucesso
Enfim. Posso estar enganado, mas se quem chegou até aqui concordar comigo que Móveis Coloniais, Superguidis, Canastra, Autoramas, Vanguart, Supercordas, Pelvs, Riveraid, Cidadão Instigado, Eddie e muitas outras bandas deveriam ser mais conhecidas e reconhecidas, então, mesmo que a gente não concorde nos detalhes, estamos falando a mesma coisa.
Mais papo hoje em Niterói Hoje em Niterói: Encontro Aberto – diálogos sobre as alternativas de produção e circulação da música.
O convite deles diz: "Dando continuidade a ação de cinco anos, prevê ainda para o mês de agosto o lançamento das inscrições do Festival SOM de música independente. O evento acontece no Teatro da UFF, mas deve contar com a adesão de outras universidades para realização das mostras competitivas e de outras edições do Encontro Aberto.
Hoje. Data: 08 de agosto – quarta-feira. Local: Teatro da UFF – Rua Miguel de Frias nº 9 - Icaraí – Niterói – RJ. Contatos: (21) 2629-5030/ 3186.3364. Horário: 19h. Entrada Gratuita
Festival Quente começa hoje em Natal / RN Ralando há alguns anos na cena potiguar, Anderson Foca chega neste final de semana a terceira edição do Festival DoSol. Serão 3 dias, com destaque para as bandas locais e algumas atrações conhecidas nacionalmente. Dá uma conferida na programação (nossas "recomendadas" em negrito): Sexta, dia 03 de Agosto, 20h Brand New Hate (RN), Baby Please (RN), Motherhell (PB), Vitrola (RN), Monophone (CE), Peixe Coco (RN), Distro (RN), The Sinks (RN), Vamoz (PE), Volver (PE), Cascadura (BA), MopTop (RJ), Bugs (RN) e Cachorro Grande (RS).
Sabado, dia 04 de Agosto, 16h Toy Gunz (RN), Lótus (RN), Secks Collin (SP), Fliperama (RN), Joseph K? (CE), Enne (MG), Arquivo (RN), StellaBella (RJ), Lucy and the Popsonics (na foto, DF), Red Run (CE), Violins (GO), Allface (RN), Rockfellers (GO), Zero8Quatro (RN), Jane Fonda (RN), Zefirina Bomba (PB), Supergalo (DF), The Honkers (BA), Os Bonnies (RN) e Rock Rocket (SP).
Domingo, dia 05 de Agosto, 16h Traumam (RN), Ravanes (RN), Psicomancia (RN), Verdade Suprema (RN), Comando Etílico (RN), Drunk Driver (RN), Levante (RN), Jason (RJ), The Nation Blue (AUS), Ataque Periférico (RJ), Expose your Hate (RN), Insurrection Down (PE) e Matanza (RJ).
Brasileiros no Festival Indie Rock Como um bom indie não assumido, sei muito bem como funciona a dinâmica em shows como o Festival Indie Rock, que aconteceu quarta e quinta-feira passadas aqui no Rio de Janeiro. Todo mundo finge que conhece mais bandas que os outros, que, dependendo da lotação, acha que “Magic Numbers já virou pop” e fica atento para sacar as várias indiretas que as bandas dão em cima do palco. Rola um leve desconforto quando eles citam samba, carnaval, Rio de Janeiro e principalmente Caetano Veloso. Assim é o indie médio.
Pois o festival começou desconfortando, com Lucas Santana esmerilhando no cavaquinho – uma quase MPB. O Hurtmold se confirmou uma das bandas mais legais da atualidade mas que tem um dos shows mais chatos. No melhor estilo “eu vi primeiro”, Hurtmold bom era em 2004, no Teatro Odisséia, quando eu produzi um show deles com Jess Saes. Na ocasião os paulistas ultra-cool lançavam o excelente “Mestro”.
Logo depois veio o Magic Numbers, que já começou massacrando, com “This is a song”, “Take a chance” e o hit do primeiro disco “Forever Lost”. Tive a oportunidade de entrevistar a banda na véspera e me surpreendi com a felicidade da Michelle, da Angela, do Sean e do Romeo. É uma galera de bem com a vida, aproveitando a visita ao Rio como pintos no lixo. Entrevistei a banda para um programa da Play TV e rolou assim, sabe, tipo uma identificação muito humana, assim de gente, pessoa física mesmo, sabe? É que como eles são irmãos (Sean e Angela, Romeo e Michelle), a história do Magic Numbers se parece muito com a banda que minha irmã tinha, as Drivellers, (foto acima) com Bia e Cadu, dois grandes amigos meus. Eu, como irmão sem nenhum talento musical, preferi me esquivar dos instrumentos e lançar os discos. “Alguém precisa divulgar vocês!, era o que eu dizia a minha irmã (baixista) e meus amigos. Romeo e Sean se divertiram com a história e ficaram perguntando o porquê que eu não tinha banda... “Pelo bem dos nossos ouvidos, ora!”
Mas o maior barato mesmo foi o interesse deles por música brasileira. Tudo bem que eu não posso dar muitas dicas sobre Caetano Veloso ou mesmo Mutantes, confesso que não sou grande entendedor. Mas deixei com eles vários CDs da minha gravadora: Valv, Pelvs, Luisa Mandou Um Beijo, The Gilbertos... Romeo prometeu escutar. Veremos!
Na quinta feira, Nação Zumbi tocou primeiro, o que frustrou parte do público que iria ao Circo Voador provavelmente apenas para ver os pernambucanos. Não consegui ver todo o show pois estava entrevistando o Rakes. O papo foi tranquilo, mais uma banda feliz por estar na Cidade Maravilhosa. Só que deu pra sacar a diferença entre Magic Numbers e Rakes: estes se preocupam bastante com o visual e com atitude, tipo de coisa que geralmente atrapalha o desempenho musical. E foi aquilo, Móveis Coloniais de Acaju e Nação Zumbi são INFINITAMENTE MELHORES que o Rakes, que virou headliner da noite. Porquê?
Quando acabei minha entrevista, fiquei enchendo o saco do pessoal do Rakes para eles verem o show do Móveis... não sei se viram. É, porque tem uma coisa: muito legal todas estas bandas virem para cá, mas a partir de agora a gente tem que infernizar a vida deles para eles levarem as bandas legais daqui pra lá também.
Vale aqui citar uma coisa que nem os jornalistas mais descolados e in da imprensa musical (principalmente em SP) brasileira se preocuparam em divulgar: um dos primeiros shows do Rakes foi organizado pelo Mário Bros, vocalista e guitarrista da banda brasileira WRY, que vive em Londres há quase 5 anos.
Seminário Rumos Música 2007-2009 no Rio de Janeiro (RJ)
Dia 26 de julho, quinta-feira, a partir das 14h Auditório Arte Sesc Rua Marques de Abrantes, nº 99, Flamengo. Rio de Janeiro
14h30, exibição do documentário Rumos Brasil da Música – 30.000 km – Pensamentos & Reflexões. A apresentação será feita pelo gerente do Núcleo de Música do Itaú Cultural, Edson Natale, que discorrerá sobre a trajetória e resultados dos seminários nas praças por onde passou.
15h30 será realizada a palestra Alternativas de Organização para os Músicos e para a Música, com Rodrigo Lariú, jornalista, produtor musical e diretor da Midsummer Madness, o músico Carlos Zimbher, presidente da Cooperativa de Músicos de São Paulo e Reinaldo Pamponet da Eletrocooperativa de Salvador que trabalha com jovens da periferia no intuito de transformá-los em cidadãos plenos através do processo de educação via música, tecnologia e arte digital.
17h00 horas, acontecerá à palestra Três Visões da Música Fora do Eixo, com a presença do músico cearense Alemberg Quindins, diretor pesquisador da Fundação Casa Grande/Memorial do Homem Kariri, de Nova Olinda, e de Anderson Foca. Produtor musical, Foca atua com música há quase 15 anos. Em 1998 começou a produzir shows em Natal (RN) e em 2000 fundou o selo DoSol, o qual se subdividiu em estúdio, rockbar, festival e produtora, todas atuantes na capital. Além da produção artística de álbuns locais, Foca é vocalista da banda Allface e toca baixo no The Sinks..
Se você tem menos de 30 anos, só deve ter ouvido falar de roque brasileiro dos anos 80 através de festas como Trash 80’s ou Ploc 80’s... Silvinho Blau-Blau, Herva Doce, RPM, Blitz, Balão Mágico e todas estas podreiras né?... Então chegou a hora de pesquisar raridades na internet.
No roque brasileiro dos anos 80 tinha um monte de gente boa: Smack, Voluntários da Pátria, Mercenárias, Fellini, Black Future, IRA!, Harry, além dos punques Ratos de porão, inocentes, Plebe Rude e até Gang 90, Legião Urbana davam pro gasto. Um bom ponto de começo é a coletânea “The Sexual Life of the Savages” (capa ao lado) lançado pela gravadora inglesa Soul Jazz: http://www.souljazzrecords.co.uk
Duas das minhas bandas prediletas eram Smack e Violeta de Outono. E são justamente estas duas que estão de volta. O Smack vai fazer apenas 1 show terça que vem em SP e o Violeta de Outono está lançando disco novo. Replico a seguir os emails que recebi a respeito: A banda Cassavettes abre temporada nesta terça-feira e convida um grupo muito especial, o Smack, que reune a nata do underground paulistano do início dos 80 -- Edgard Scandurra (Ira!), na guitarra e vocal, Pamps também guitarrista e vocalista, Sandra Coutinho (Mercenárias, Voluntários da pátria) no baixo e Thomas Pappon (Fellini) na bateria, todos figuras-chave do rock brasileiro.
Terça-feira, dia 31 de julho, 23h00 Entrada: R$12,00; não tem meia Lista: R$8,00 enviar seu nome completo para lista@cbbar.com.br ou toyle@terra.com.br Casa Belfiori – CB - Brig. Galvão, 871, Barra Funda – SP
e também:
A cultuada banda paulistana Violeta de Outono, com 22 anos de estrada, lança seu sétimo disco de estúdio, intitulado “Volume 7”. Nesse disco, o Violeta continua em seu caminho desenvolvendo composições em seu estilo único, incorporando influências de bandas inglesas dos anos 70 (como Camel, Caravan e Soft Machine), destacando o trabalho de órgão Hammond. O álbum apresenta oito composições novas, recheadas de lirismo e psicodelia, e traz como bônus um videoclipe em MPEG gravado no estúdio. O Violeta de Outono é formado pelos músicos Fabio Golfetti (guitarra e vocal), Gabriel Costa (baixo), Claudio Souza (bateria) e Fernando Cardoso (órgão Hammond, piano e synth). Mais em http://www.voiceprint.com.br
2 notícias boas e 1 ruim sobre o Festival Indie Rock
Notícia ruim: Por motivos de força maior, a Mombojó cancelou sua participação nas duas etapas do Indie Rock Festival, no Rio de Janeiro e em São Paulo. A banda ficará parada até setembro, para reestruturar sua formação após o falecimento precoce de um dos seus integrantes.
Notícia boa: Com a notícia da entrada da Nação Zumbi para preencher o vazio deixado pela Mombojó na programação do Indie Rock Festival, Felipe Souza, vocalista da Mombojó, afirma: "A Nação Zumbi representa muito pra gente. Além de parceiros, nos influenciaram musicalmente e profissionalmente. A presença deles no Festival nos deixa tranqüilos de que a música de Pernambuco continuará sendo muito bem representada".
Notícia boa (e engraçada): Resultado da Promoção Festival Indie Rock no YouTube CRIATIVOS SÃO PAULO
Tamiris Roque Diversi
Gian
MAIS ASSISTIDOS SÃO PAULO
Caiubi Amore
Patricia Segantim
CRIATIVOS RIO DE JANEIRO
Mari
Gustavo
MAIS ASSISTIDOS RIO DE JANEIRO
Ingrid K
Filipe O
Vale a pena assistir. A galera é bem criativa. Pra quem não sabe, o Festival Indie Rock acontece dias 25 e 26 no RJ e 26 e 27 em SP. Mais em http://www.festivalindierock.com
Depois de 10 anos sem notícias, a dupla de Bristol finalmente dá sinal de vida. A banda será a curadora de uma edição do prestigiado festival All Tomorrow’s Parties. Isso significa que além de voltar aos palcos para tocar material inédito, o Portishead ainda será o responsável pela seleção das bandas que vão tocar no festival.
Por enquanto, os convidados confirmados são: Jah Shaka Soundsystem (reggae soundsystem), Thurston Moore (vocalista do Sonic Youth, mostrando músicas de seu próximo disco solo) Ladytron, A Hawk and A Hacksaw, Kling Klang, Om, Boris, Autolux, Aphex Twin, Black Mountain, Crippled Black Phoenix, Fuzz against Junk, Julian Cope, Oneida, Seasick Steve, Sparklehorse e Team Brick.
Discotecando em causa própria BROQUE sábado - 14 de julho Pista 3 (rua são joão batista, 14 - botafogo) horário: 23h DJs: Rodrigo Lariú e convidados ingressos: R$10 (lista amiga até 00h30), R$15 até 1h e R$20 após 1h os 30 primeiros pagantes a R$15 ou R$20 ganham CDS
Nesta edição, em dia de estréia do Pan Americano, os hermanos indie latinos terão sua vez também. Bandas como El Mato Un Policia Motorizado, Los Alamos, Bicicletas, Hacia Dos Veranos (todas argentinas), Resplandor (Peru), Gepe, Javiera Mena (Chile), entre outros, também terão vez no meio da discotecagem. E também, vamos distribuir CDs de bandas nacionais para os primeiros pagantes. Títulos como RiverRaid, Laura Palmer, Motormama, Verbase, PB, Beach Lizards, Carbona, The Gilbertos, Cascadura, Astronautas, Tributo ao Inédito, Low Dream entre outros, serão dados aos 30 primeiros pagantes.
Além disso, no telão, projeções criadas sobre imagens de bandas nacionais criadas por Mate Lelo da Bloco Multimídia.
BROQUE® é uma festa de indie rock como outra qualquer, com todos os hits de sempre. A diferença é que incluímos roque nacional no set. Nas festas de sempre tocam um monte de bandas obscuras suecas, islandesas, australianas... Porque não tocar as "obscuras" brasileiras também?
Assim, entre um Arcade Fire e um Jesus & Mary Chain, rola um Superguidis; entre um Fall e um Strokes, um Moptop ou um Radiokaos ou um Druques. Além dos obrigatórios Autoramas, Wander Wildner, Pato Fu, Los Hermanos, vai ter ainda Cidadão Instigado, Eddie, Hurtmold , Private Dancers, Subterrâneos, as velharias de Second Come, Pin Ups, Fellini, Finis Africae... e por ai vai. Não vai ser uma festa só de roque nacional, mas vai tocar bastante coisa nacional independente.